CASA DO ARTESÃO

Reforma da Casa do Artesão será concluída ainda no primeiro semestre



Trabalhadores finalizaram a cobertura da parte central do telhado, logo após iniciarão a troca da parte elétrica e hidráulica.
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O Governo do Estado está trabalhando, desde o dia 26 de abril, na reforma do prédio onde funciona a Casa do Artesão, localizada no centro de Macapá. A obra, orçada em R$ 474.145.85, contempla a revitalização de uma área coberta de 1.090 m2. A previsão é que o espaço seja entregue ainda neste primeiro semestre.
De acordo com o secretário de Estado da Infraestrutura, João Henrique Pimentel, no local serão realizados serviços de pintura, troca de telhado, parte elétrica e hidráulica, revestimento de banheiros e cozinha, e ainda revitalização do piso.
“A reforma da obra irá possibilitar um ambiente mais aconchegante, limpo e com segurança para os trabalhadores e visitantes do local”, afirmou o secretário.
O fiscal responsável pela obra, Edilson Pena, informou que a troca do telhado vai pôr fim às goteiras, uma reclamação constante dos artesãos. “A retirada da telha de barro e a colocação da telha termoacústica, indicada para a cobertura e fechamento das laterais, irá garantir um ótimo visual e uma excelente resistência para o telhado”, explicou o engenheiro. 
Os trabalhadores já finalizaram a cobertura da parte central do telhado. Em seguida, iniciarão a troca da parte elétrica e hidráulica. O prédio possui dois pavimentos (térreo e parte superior), com salão de exposição, recepção, duas salas de administração e dois banheiros.  
Comercialização do artesanato
De acordo com a secretária de Estado do Trabalho e Empreendedorismo, Luciana Araújo, para que o trabalho de venda de artesanato não fosse interrompido, em conversa com os artesãos, ficou decidido que todos os artigos e peças produzidos fossem levados para serem comercializados no espaço interno do ponto turístico do Monumento do Marco Zero do Equador. A comercialização continuará sendo feita em horário comercial.
“A comercialização no espaço do Monumento do Marco Zero superou todas as nossas expectativas. A procura dos turistas e visitantes do local está alta, e os artesãos estão tendo que repor seus produtos”, informou a gestora.
Mais 160 artesãos estão comercializando seus produtos no horário das 8h às 18h.

ALAP

Alunos da Escola do Sesi Amapá visitam a Assembleia Legislativa e usam a tribuna da casa
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Alunos da Escola Visconde Mauá, do Serviço Social da Indústria do Amapá (Sesi/AP) visitaram nesta quarta-feira, 22, a Assembleia Legislativa do Amapá. Por iniciativa do deputado Pedro DaLua, dois representantes dos estudantes usaram a tribuna da casa e formularam perguntas aos parlamentares.

As questões versaram sobre o processo legislativo, a imagem do parlamento junto a opinião público e sobre a militância estudantil frente às questões da atualidade.

DaLua, em resposta a um dos questionamentos, lembrou dos 20 anos em que militou como líder estudantil e das lutas em favor dos estudantes até sua ascensão ao parlamento. Disse que esse pode – e deve – ser o caminho de todos aqueles que esperam transformar a sociedade.

Um dos alunos do Sesi, o jovem Pedro Henrique, agradeceu ao parlamentar pela oportunidade e elogiou sua atuação.

Reforma da Previdência

A Reforma da Previdência exige lucidez no debate

Imaginem uma reforma na Previdência que retirasse dos aposentados o benefício de uma aposentadoria integral, criasse mecanismos para que os servidores públicos permanecessem mais tempo trabalhando para obter o teto no valor da aposentadoria e passasse a fazer um desconto no salário de servidores públicos inativos, acarretando assim na diminuição do valor de sua aposentadoria. Seria, naturalmente, uma reforma contra os interesses de trabalhadores. Pois foram esses os itens aprovados, dentre outros, na reforma da previdência em 2003. Sinteticamente direitos, inclusive os adquiridos, foram retirados.

Hoje, basicamente, o que se está propondo é muito menos. Igualam-se as propostas feitas pelo Governo Dilma em seu apagar das luzes. Resume-se na idade mínima de 65 anos, equiparação dessa idade entre homens e mulheres e ao tempo de contribuição para obter a integralidade do valor da aposentadoria. Cabe ainda lembrar que todas essas propostas serão válidas somente para os trabalhadores no futuro. Para os atuais, em certos casos específicos, haverá tão somente regras de transição. Além disso, na comissão especial que avalia a proposta na Câmara dos Deputados, tanto o tempo de contribuição quanto a idade mínima estão sob discussão. Ao contrário do que ocorreu em 2003, dada a existência de um congresso submisso por força do mensalão, hoje se está realizando um debate ampliado e tudo poderá ser politicamente pactuado.

Contra a idade mínima existem argumentos de que dependendo da região do País 65 anos não seria realista. Como a idade mínima irá se refletir no futuro, ou seja, em prazo superior a décadas, falar hoje em idade mínima é fazer projeções. No futuro a idade mínima, dada a evolução da esperança de vida, deverá ser compatível com os 65 anos. Após o advento do Sistema Único de Saúde, o SUS, tanto a mortalidade caiu quanto a esperança de vida aumentou. Essa tendência está se mantendo.

Em um vídeo, que está sendo divulgado, afirma-se, porém, que a esperança de vida em certas regiões do País, e em particular na cidade de São Paulo, é inferior a 65 anos. São utilizados para essa afirmação bairros de São Paulo. Nesses omite-se que a catástrofe da violência retira a vida de jovens de forma precoce. Isso diminui significativamente a média de vida da população local. Sem pudor nenhum, valem-se da triste realidade de pessoas em maior vulnerabilidade para afirmações no mínimo passíveis de verificação.

Quanto a paridade entre homens e mulheres há muito o que pensar. Em boa parcela de países a diferença para a aposentadoria entre homens e mulheres inexiste, até porque nesses também homens e mulheres dividem seus afazeres domésticos. O argumento básico de maior carga de trabalho imposta às mulheres, que sustenta a diferença entre as idades, acaba por ratificar uma distinção indevida. Manter a diferença, a bem da verdade, é legitimar, sob um disfarce de garantia de direitos, condições de inferioridade impostas às mulheres. É confirmar tanto a necessidade quanto a permanência da jornada dupla de trabalho. Se houver a igualdade na idade mínima, por outro lado, haverá a fragilização da jornada maior de trabalho em que as mulheres são subjugadas. Isso tudo porque a diferença na idade mínima para as mulheres deixará de ser “compensada” por um acesso mais rápido à aposentadoria.

Por último, quanto ao tempo de contribuição, o que se está colocando, visto que na reforma de 2003 esse tempo foi deixado de lado, é que esse precisa ser efetivamente normatizado. O fundo de previdência depende disso. Sem essa equivalência entre totais nos valores de contribuição e os totais decorrentes do tempo de benefício o sistema não terá vida longa e, quando se pensa a previdência, o tempo longo é o que prevalece.

Nosso tempo é o do questionamento de tudo e de todos. Vivemos uma era de incertezas. Não só porque estamos num momento de rupturas profundas, mas, também porque nos faltam perspectivas. Estamos a viver todos um grande salto no escuro. A coragem, mais do que nunca, é o essencial. A covardia conservadora e retrógrada, a que impede debates lúcidos, foi na história a criadora de fogueiras onde sábios foram queimados, torturas e outros males e perversões.

Há momentos em que as fraquezas humanas se revelam na forma de brutalidade, ditaduras assim o são. Há momentos, talvez mais perversos, em que ela se revela sutil. Hoje o pensamento retrógrado nos invoca somente medos contra as reformas. No passado recente, precisamente em 2003, o temor não existia. Afinal, eram “um dos nossos” lá. Como o de agora não é, há que disseminar a desconfiança. Uma coisa a todos a história ensinou: sem ousadia não há transformações e crescimento. Arautos do temor só tem a finalidade de nos deixar onde estamos. Não é por aí. Temos que fazer nossas reformas e revoluções. Sem elas não há vida.


Alvaro Guedes é professor da Unesp em Araraquara, especialista em administração pública.

DUCA SERRA

Setrap realiza serviço de tapa buraco em pontos críticos da Duca Serra

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A Secretaria de Estado de Transportes (Setrap) realizou o serviço de tapa buraco na Rodovia Duca Serra. A ação ocorreu em dois trechos: na entrada do bairro Goiabal e também próximo ao Distrito do Coração, em Macapá.
Exibindo tapa buracos na duca serra 2.jpgO objetivo do trabalho foi eliminar pontos críticos nestes dois trechos que estavam dificultando o tráfego de veículos da rodovia. A ação foi executada via administração direta, através do Departamento de Produção Industrial da Setrap, após a manutenção nos equipamentos eletroeletrônicos da usina que produz o material asfáltico.
“Foi um trabalho preventivo durante esse período de chuvas. Estamos fazendo o monitoramento em outros pontos e dependendo da situação estaremos realizando o serviço”, explicou o diretor do departamento, Benedito Júnior.
Também está programado para até a sexta-feira, 24, a realização do serviço na extensão da Rodovia JK até a entrada da Ponte do Igarapé da Fortaleza.

ENCHENTES DO RIO JARI

Técnicos e militares reforçam auxílio em Laranjal e Vitória do Jari
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Mediante o alerta emitido pelo município de Laranjal do Jari nesta terça-feira, 21, por conta do aumento no nível do Rio Jari, uma equipe de seis técnicos da Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims), 26 bombeiros e 16 militares do Exército Brasileiro no Amapá seguiu, nesta quarta-feira, 22, para a região.
A equipe da Secretaria vai auxiliar os demais profissionais no monitoramento da situação das famílias, visto que em áreas mais baixas de Laranjal do Jari e Vitória do Jari, casas já foram invadidas e algumas ruas já estão submersas.
De acordo com a secretária adjunta da Sims, Luzia Grunho, as equipes devem permanecer nas regiões por pelo menos dez dias. “O coronel Wagner Coelho, da Defesa Civil Estadual oficializou o pedido e disse que precisaria que a equipe da Sims estivesse de prontidão nestes municípios para fazer o levantamento das pessoas que já estão desalojadas e das que podem ficar desabrigadas. Serão formadas duas equipes para atuar nos dois municípios junto aos profissionais locais”, explicou a gestora.
Segundo o comandante geral do Corpo de Bombeiros e coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Wagner Coelho, neste primeiro momento as famílias atingidas serão levadas para casas de parentes ou para abrigos que já estão organizados. Em um desses abrigos há três famílias alojadas.
A estimativa da Defesa Civil, mediante as informações prestadas pelo Núcleo de Hidrometeorologia e Energias Renováveis do Amapá (NHMET) é que o nível do rio eleve ainda mais. “Hoje cedo monitoramos o nível do Rio e em comparação à última régua medida na noite de terça-feira, se manteve 2,10 no Laranjal do Jari e 3,18 em Vitória do Jari. Há previsão de subir bastante as águas na cabeceira e também na região do Vale do Jari. Por isso a necessidade de envio deste reforço de pessoal”, pontuou.
A medição passará a ser feita, ainda de acordo com o coronel, em menor espaço de tempo. Vale frisar que a Defesa Civil e órgãos competentes estão monitorando também os municípios de Calçoene, Ferreira Gomes, Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio, Porto Grande e Oiapoque. “Havendo agravamento, também mandaremos equipes para estas regiões”, comentou o coronel.
Há, de acordo com a Defesa Civil Estadual, duas situações de emergência no Estado, Calçoene e Bailique. Nesta última localidade há erosão das margens pluviais, o chamado fenômeno de terras caídas.
“Em Calçoene ainda não há agravamento. Estamos aguardando ajuda humanitária que está por vir de Brasília e estamos em trâmite com a Sims para enviar ajuda humanitária também”, finalizou Coelho.

SAÚDE

160 profissionais do Amapá iniciaram hoje os cursos de especializações na área de saúdeExibindo 1.jpg



A vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/AP), Maria de Jesus, secretária de Saúde de Calçoene, representou o presidente Zeca Monteiro na aula inaugural dos Cursos de Especializações do triênio 2015-2017. Os cursos fazem parte do programa do Ministério da Saúde (MS), promovidos pelo Hospital Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa, em parceria com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), Conselho de Secretarias de Saúde do Amapá (Cosems/AP) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
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Do Amapá, 160 profissionais da saúde com nível superior, de doze municípios, foram selecionados para participarem das quatro especializações: Regulação em Saúde no SUS, Gestão de Clínicas, Vigilância em Saúde e Gestão em Vigilância Sanitária. É a segunda vez que o Amapá é beneficiado  com este aperfeiçoamento em saúde, e os especializando concluem os estudos em dezembro deste ano.

Exibindo unnamed (2).jpgA representante do Ministério da Saúde, Patrícia Leal, explicou as vantagens das especializações. “As metodologias utilizadas são ativas, de ensino aprendizagem, os especializando irão desenvolver competências e habilidades voltadas para a área de gestão, atenção o e educação em saúde. Os serviços oferecidos serão qualificados, este programa transforma a realidade, são trabalhados contextos locais, e a construção da proposta de soluções para programas regionais”.

Para a Maria de Jesus, “estes cursos são de extrema importância para o Amapá, que terá profissionais capacitados e prestarão serviços de excelência”. Daniela Pinheiro, coordenadora administrativa do Cosems, uma das monitoras de Regulação em saúde no SUS, acredita que os cursos além de capacitar, aumenta potencialmente as possibilidades de prestação de serviços de qualidade, e com base real nas dificuldades que os amapaenses enfrentam.

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