CAPA PRINCIPAL


EDITORIAL

CISMANDO PEDRO VELLEDA




Artigo do Velleda
COLUNA CISMANDO

Sorria para a vida!

Nosso dia a dia é recheado de desafios, somos estimulados constantemente, pois a rotina nos remete a momentos tranquilos, outros difíceis, mas continuamos a vida, no tranco de nossa toada, buscando força e compreensão. Muitos desistem, a gente sabe, mas por pura falta de habilidade. É um grande erro não explorarmos a condição intuitiva que nos é concebida, basta sentir nas batidas do coração.
Somos mais fortes do que imaginamos, precisamos nos descobrir, tratar o sofrimentocomo vitórias, em forma de resgate.Desafie-se, mostre para você e o mundo que nada pode lhe fazer desistir dos sonhos,da vida.
É para frente que se anda. Aprendendo e ensinando, seguindo os melhores exemplos, respeitando a natureza, o próximo, os animais, as plantas. É preciso viver em harmonia, com humildade e gratidão.
Seja forte, mantenha a leveza, e jamais reclame. Não sinta-se a vítima da vez.
Valorize tudo a sua volta, os acontecimentos da vida e descubra o poder de transformar a dor em força e vitória.
Os contratempos devem ser alimento para seu restabelecimento. Nada de sofrimento. O homem pode e deve chorar as vezes, para acalmar a dor, mas é inevitável que depois de uma tempestade o arco-íris aparece no céu.
Dificuldades, tempos difíceis, claro que existem, mas é preciso manter a calma, sobretudo a fé e a esperança.
A nossa trajetória na vida é formada pela transposição de obstáculos. Agora, não há mal que dure para sempre, não há tristeza que não finde. Quando a vida lhe parecer complicada, pense que as coisas em breve poderão melhorar. Basta você acreditar e não se entregar. Faça de seus insucessos desafios estimulantes, sinta-se motivado a superar os obstáculos que lhe aparecem à frente.
Em hipótese nenhuma perca o ânimo de viver. Pense forte, positivo. Siga em frente, mesmo percebendo que, no nosso país verde e amarelo, terra de muitas Leis, pulsa uma incapacidade crônica de cumprir regras.
Na verdade no Brasilparece que as regras não existem, e que qualquer problema se resolve miraculosamente com uma mentira qualquer.
O aluno foi mal na prova porque não estudou..., claro que não, a culpa é do professor perseguidor.
Vamos assumir nossa culpa, admitir nossos fracassos.
A violência no trânsito existe porque descumprimos as regras do trânsito. Acorrupção na política e na vida pública existe porque as normas são burladas.
Mesmo com milhares de ‘leis’ordenando nossa conduta, a gente ignora, dá desculpas, passa por cima. As Leis ignoradas, no setor hídrico, por exemplo, vão acabar com a água.
Tenho medo do que possa acontecer com a Terra Brasilis. O que se mostra é um processo perigoso que se agrava a medida que o tempo passa, podendo nos levar ao caos.
Na Suíça, a título de esdrúxula comparação, numa estação de metrôas pessoas só ultrapassam pela catracalivre se realmente estiverem sem condições de pagar o bilhete. Agora, vai fazer isso nos metrôs brasileiros..., ninguém mais vai pagar passagem. É duro dizer isso, mas é a realidade pulsante do nosso povo.
Apesar disso, dessa cruel realidade canarinha, o que deixo de mensagem é que: definitivamente devemos respeitar as normas, e nunca desistir, poisquando menos se espera a coragem surge e você retoma a disposição, mesmo que as condutas que temos presenciado no Brasil sejam contrárias ao que propomos.
Coragem e força, mas com fé raciocinada, simplesmente porque a mudança está em você.
Acredite em Deus e na Sua benevolência. Esqueça sentimentos de raiva, rancor, ingratidão e tristeza e, a vida lhe sorrirá, com certeza.


POLITICA LOCAL


RÁDIO DIFUSORA

A Rádio do Povo promoveu uma programação especial para os 258 anos de Macapá



Reinaldo Coelho

Na última quinta-feira, 4 de fevereiro, a cidade de Macapá, capital do Amapá, completou 258 anos de fundação quando foi instalada a Vila de São José, em 1758. Para celebrar a data, a Rádio Difusora de Macapá (AM 630) preparou uma programação especial com diversas atrações culturais, em frente ao prédio da emissora na Rua Cândido Mendes, no Centro.

Esse evento promovido pela Difusora será incorporado ao calendário de eventos do Governo do Estado e toda a programação foi transmitida ao vivo das 8 às 18 horas.

A Rádio do Povo


A população macapaense prestigiou a programação da Rádio Difusora, e se deliciou com um bolo de 10 metros enfeitado com imagens de pontos turísticos de Macapá, como a Fortaleza de São José de Macapá, em poucos minutos a população garantiu um pedaço do bolo e desejou feliz aniversário para a capital.


A festa em frente ao prédio da rádio foi organizada pela administração da emissora, que reuniu Grupo de Marabaixo, artistas locais, além da banda de música da Polícia Militar do Amapá, que foram atrações convidadas para a manhã. A rádio também aproveitou a ocasião para homenagear personalidades políticas e jurídicas com a medalha “Mérito Radiofônico”.


As autoridades que receberam a Medalha de Mérito Radiofônico foram: deputada estadual Marília Góes, presidente em exercício da Assembleia Legislativa, deputado Kaká Barbosa, deputado federal Vinícius Gurgel, deputado federal Roberto Góes e o chefe de gabinete civil do Governo, Marcelo Roza.

Programação executada

O evento começou a partir das 8 horas com um café da manhã e às 9h30 acontece um culto ecumênico com a participação do governador Waldez Góes. Em seguida, o hasteamento da Bandeira Nacional ao som da banda da Polícia Militar; entrega de Medalhas do Mérito Radiofônico; corte do bolo; coffee break; torneiro de futsal no Ginásio Avertino Ramos; apresentação musical de grupos de Marabaixo e escolas de samba, batalha de confetes e distribuição de feijoada para a população.

A programação também homenageou aos ex-prefeitos de Macapá, Roberto Góes, Azevedo Costa, João Henrique, João Alberto Capiberibe e o atual prefeito Clécio Luis.

Os ex-prefeitos Azevedo Costa e João Henrique, form homenageados com  Medalha do Mérito Radiofônico

'O diretor presidente da Rádio do Povo, jornalista Roberto Gato escreveu uma mensagem que homenageia a cidade de Macapá e mostra a contribuição da Rádio Difusora de Macapá para esta cidade Tucuju. ...E a rádio do povo que há 69 anos registra através das ondas do rádio parte dessa história e João Silva, na voz de Ivo Canuti levou para Avenida do Samba uma poesia frenética, rebolativa e envolvente alertando a todos que a Difusora estava no ar, com a rádio novela, o clube do Guri e as crônicas irreverentes do Alcyr e alertava para a hora do Carnê Social, contando causos regionais, do mensageiro do interior este até hoje é o correio do nosso ribeirinho.

Feliz Aniversário Macapá querida, cidade joia da Amazônia!

NAS GARRAS DO FELINO




Nas Garras do Felino

O Faltoso
Augusto Aguiar que é deputado gazeteiro está, pasmem, servindo de “boi de piranha” para uma turma que quer voltar para o comando da ALAP.

Festa sem Bolo
O ‘Mentira Fresca’ deu uma demão de tinta na Praça da Bandeira e cantou parabéns para Macapá. Cara de Pau, não ofereceu sequer um bolo para nossa capital.

Show “Chique”
Redação não corrige o “chique”, pois o show do Safadão foi um chiqueiro só. O cantor cearense nem sujou os sapatos e meteu no bolso a cifra de R$ 750 mil. Cadê a crise e o bom gosto?

Convergência
A sessão inaugural do ano legislativo da ALAP mostrou que nossas autoridades ao menos estão com o discurso afinado. Todos falando de crise, porém com esperança para um ano melhor.

Gol de Placa
O agricultor familiar está feliz com a retomada do programa de aquisição de alimentos. Trombeteiam que o GEA está injetando mais de 400 mil para incentivar a produção familiar. Em Porto Grande Gilvan Pantoja está com o sorriso de orelha a orelha. Prefeito, nada haver com o programa.

Fora
Jaime Nunes e Adiomar Veronese agora controlam 100% das cotas societárias da TV Equinócio. Reátegui vendeu suas cotas aos dois. Funcionaram felizes.

Sucesso
A festa de aniversário da Cidade de Macapá, realizada pelo Governo do Estado e coordenado pela RDM foi um sucesso. A turma do contra torceu o nariz mais teve que engolir o sucesso do evento.

Ponte Oiapoque
A ponte binacional no município de Oiapoque deve ser inaugurada no segundo semestre deste ano. O acordo foi firmado entre o governador Waldez e a presidente Dilma. O obstáculo era o quadro de funcionários para trabalhar na fronteira. O Governo do Amapá vai disponibilizar os fiscais estaduais para a alfândega brasileira.

Sem Limite
O sócio da Pargel que surgiu não se sabe de onde, já é um “forte” empresário do setor de segurança privada e agora quer ser vereador. Dormia e em 2017 ele está na CVM. Dúvidas?

De quem estava lá

As coisas chegaram devagar, mas cheguei conversando com um dos cozinheiros da comitiva do ‘Mentira Fresca’ que foi para o Bailique, fiquei sabendo que no Arquipélago nada foi feito, agora cerveja e jantar, isso sim correu frouxo. Eita mentira fresca cara de pau.

ESPECIAL

Plano de Mobilidade Urbana do Amapá – SETRAP

Agora é com Jorge Amanajás

Da Superintendência

Jorge Amanajás saiu da sala de aula e do escritório de engenharia para a vida política, com a fundação do Cursinho Desafio, um projeto de educação inclusiva que visava preparar jovens carentes para ingressar na faculdade. O sucesso do projeto o transformou num ícone na educação amapaense.

Com 50 anos, casado, Jorge Amanajás foi eleito por três mandatos consecutivos como deputado estadual (1999-2010) e foi presidente da Assembleia Legislativa em duas ocasiões (2005/2006 e 2007/2008). Dentre tantas realizações no legislativo Jorge Amanajás despertou para o setor primário, mas especialmente para a agricultura de escala. Com pertinência e conteúdo iniciou uma cruzada pela regularização das terras do Amapá, e depois abriu uma frente de discussão sobre a possibilidade do plantio de grãos (soja e milho) no Estado. Waldez Góes governador (2003/2010) foi um parceiro nessa luta.

Amanajás disputou duas eleições para o legislativo. Na primeira em 2010 ficou fora por pouco mais de 1,5mil votos e na segunda, em 2014,tendo reduzida sua densidade eleitoral, mas afirma de forma peremptória que a disputa ajudou a consolidar sua vocação para o executivo e consolidar suas ideias junto do povo amapaense, que é fundamentalmente transformar o Amapá de um Estado exportador de Commodities, em um Centro Produtor do País.






Jorge Amanajás passou o ano de 2015 na secretaria de Relações Institucionais. No segundo ano  do governo, Waldez Góes entregou nas mãos do Amanajás uma importante pasta do Executivo Estadual. Transporte. Dá a Cezar o que é de Cezar e a Cristo o que é Cristo. Jorge é Engenheiro Civil por formação. Milita a 29 anos no setor e pode com certeza dar continuidade nas obras iniciadas pelo engenheiro OdivalMonterrozo.

Waldez Góes tem priorizado a urbanização e infraestrutura das estradas estaduaise da BR 156. O Plano de Mobilidade Urbana do Estado terá um investimento de mais de R$ 1 bilhão.


Jorge afirma que a mobilidade urbana é uma preocupação do Estado. “Macapá cresceu bastante e precisamos encontrar saída para esse grande número de veículos que transitam do Norte para o Sul, Sul para o Norte e do Norte e do Sul para a Zona leste”. Para resolver esse gargalo anuncia a retomada das obras da Rodovia Norte/Sul. Lembra que faltam apenas ajustes com os órgãos ambientais e aí a coisa anda. 

O Engenheiro Hercílio Mescouto tem sido um crítico da solução simplista com a Norte/Sul. Mescouto diz que nem duplicando a Duca Serra resolverá a questão quando os carros vindos da Zona Norte entrarem na Duca Serra que é a principal via de escoamento de tudo que entra no Amapá pelo Porto de Santana. Jorge Amanajás, como um bom timoneiro, sabe da responsabilidade que éadministrar uma frente gigantesca de obras a serem executadas, retomadas e a conclusão de obras que estavam paradas e que impactam diretamente a vida da população, prioritariamente, nas áreas da saúde, educação e mobilidade urbana. Essa missão Jorge Amanajás encara com tranquilidade. “Sou da área, tenho KnowHow para administrar esse setor”.

Cuidando das cidades
Para facilitar a trafegabilidade nas cidades, mais de 114 milhões estão sendo despejados nessas obras e a primeira cidade contemplada foi Macapá. “Já estamos na Zona Norte de Macapá. A determinação nossa é asfaltar 52 quilômetros de ruas na capital”, garante Jorge.
Ele lembra que o governo está atuando em várias cidades do Estado. Santana, Mazagão, Laranjal do Jari e Oiapoque. Em algumas dessas cidades as obras já estão sendo tocadas, como Mazagão, por exemplo.
Jorge diz por onde começa. “Vamos iniciar a Duca Serra esse ano a partir da Lagoa dos Índios. E vamos retomar a Rodovia Norte/Sul e iniciar Via Azul, uma importante ligação entre a Zona Norte e a Zona Sul da cidade que vamos explicar no momento certo”.

Rodovias Estaduais

No programa pensado para o desenvolvimento do Amapá é necessário a execução de obras nas rodovias e para realizá-las o governo investirá R$ 310.802.562,32 em obras de drenagem, terraplanagem e asfaltamento das rodovias estaduais. Como o programa iniciou por Mazagão a AP 010 (Mazagão Novo/Mazagão Velho) já está concluída. A SETRAP trabalha agora na AP 070 (Santo Antônio da Pedreira – Santa Luzia do Pacuí) a obra está em andamento. O asfalto já chegou no Curicaca; AP 270 (Entroncamento da Rodovia BR-156-Flexal-Pracuúba; AP 340(Entroncamento Rodovia AP-070-Itaubal do Piririm; AP-426 (Entroncamento da Rodovia BR-156-AP-110), no município de Amapá; AP-425 (Entroncamento da Rodovia BR-156-AP 110, na Base Aérea do Amapá; e, AP-110 (São Joaquim do Pacuí-Cutias do Araguari). Jorge Amanajas afirma que essa atuação do Estado na infraestrutura das Rodovias Estaduais permitirá que o Estado possa facilitar a vida do agricultor, familiar e aquele que atua na agricultura de escala com a escoamento de seus produtos.

Obras nas rodovias estaduais
Itaubal, Cutias e Mazagão são considerados celeiros de produção de grãos, proteína animal e ecoturismo e estão sendo beneficiados pelos asfaltamentos em suas rodovias.
A população de Itaubal do Piririm não está mais preocupada com a chegada da estação das chuvas, período que costumava isolar o município do restante do Estado por via terrestre,pois a AP-340 recebeu investimentos de R$ 36,7 milhões. A rodovia tem 10 metros de largura. A última etapa será a ponte sobre o Rio Curicaca, que será construída em concreto ainda neste ano.

Obras de Mobilidade em Macapá
Na Zona Norte da capital quatro frentes de trabalho foram formadas para executar as obras que ocorrem inicialmente nos bairros Infraero I, Infraero II, Parque dos Buritis, Loteamento Açaí, Ilha Mirim, Ipê e Novo Horizonte.

O presidente da Associação dos Moradores do Parque dos Buritis, Paulo Ronaldo, destacou a importância do investimento para o bairro e acredita que a conclusão do trabalho trará benefícios para pedestres, motoristas e ciclistas. "Desde quando foi fundando esse bairro nunca houve uma obra de grande porte. A gente espera que essa realidade possa mudar a partir desse trabalho do governo", declarou.
O secretário Jorge Amanajás afirma que o plano de mobilidade na Zona Norte está dividido em cinco frentes de trabalho e além de garantir a acessibilidade, também tem objetivo de reestruturar ruas e avenidas dos 16 bairros contemplados, de modo que possam ser interligadas com as vias que dão acesso as outras regiões da cidade.
Elas se conectarão as principais artérias de Macapá que são a BR-210, a Rodovia JK, a Rodovia AP-070, a Duca Serra e futuramente a Rodovia Norte Sul.
No Ipê, na Zona Norte de Macapá, Jorge Amanajas vistoriou as obras juntamente coma equipe técnica da Instituição. O trabalho que consiste na pavimentação de dois quilômetros das avenidas Angelim e Mogno está em fase final de asfaltamento e tem previsão de ser concluído na segunda quinzena de fevereiro. Além dos dois quilômetros o projeto executivo da obra também inclui mais 800 metros de drenagem que será realizada na Rua Palmares. Jorge diz que esse complemento vai ser parte integrante do sistema de captação das águas pluviais que funcionará no bairro.

Mazagão
Nas obras de Mazagão Jorge afirma que está sendo investido um montante de R$ 17 milhões em terraplanagem, drenagem, construção de calçadas e asfaltamento. Deste recurso, R$ 15 milhões foram oriundos de emendas parlamentares de Sarney, quando ainda era senador, e outros R$ 2 milhões foram de contrapartida do Governo do Amapá. O projeto está sendo executado pela Prefeitura de Mazagão.

Santana
Em Santana, Jorgediz que será investido o montante de R$ 55 milhões. R$ 35 milhões irão contemplar um lote único de 23 quilômetros das ruas e avenidas que compõem os corredores de ônibus da sede do município, com os serviços que incluem terraplanagem, pavimentação, drenagem, ciclovia, sinalização viária e acessibilidade. As obras serão executadas nos bairros Fonte Nova, Paraíso, Central, Comercial, Nova Brasília, Hospitalidade e Remédios.
No plano está incluído, a reforma e a adaptação no Estádio Augusto Antunes, além da conclusão da praça em frente ao Fórum, implantação na área de esporte e lazer da Ilha de Santana, reforma e ampliação da Feira do Produtor, construção da Casa do Pescador, na Ilha de Santana, construção do centro de Arte e Cultura e melhorias e ampliação do sistema de abastecimento de água.


Essa é mais uma missão política e administrativamente grandiosa e difícil, mas que como todas as outras na vida desse educador, hoje político, que Jorge Amanajás, vem enfrentando e conseguindo concluir com mérito. Incansável, o titular da Setrap acompanha in loco o desenvolvimentos das obras sob sua responsabilidade. Percorre todas as regiões do Estado onde  há frentes de trabalho importantes deste governo. Com a inquietude de empreendedor e o espírito inovador e o total apoio do Governador Waldez Góes vem avançando com sucesso na missão que lhe foi ortogada e a meta é fornecer meios para o maior desenvolvimento econômico do Amapá.

MEIO AMBIENTE

CAPA DO SEGUNDO CADERNO


ANÁLISE - ADRIMAURO GEMAQUE

O nosso tamanho. Por que ainda encolhemos?
       Uma família, um povoado, o passar do tempo e a imaginação de um escritor de talento foi suficiente para nascer o romance que mais identifica a América Latina consigo mesma. E aqui vai logo uma dica: a família Buendía e sua extensa genealogia publicada na primeira página do livro “Cem Anos de Solidão”. É um romance escrito pelo autor colombiano Gabriel Garcia Marquez e foi publicado pela primeira vez na cidade de Buenos Aires, Argentina, no ano de 1967. A narrativa do autor se passa em uma pequena cidade chamada Macondo, que em determinado momento ficou cercada de água por todos os lados e Ursula, um dos personagens, lamenta: “Aqui haveremos de apodrecer em vida sem receber os benefícios da ciência”.
       A impossibilidade de espaço nos impede de contar toda a história do século de solidão vivenciado pelos Buendía, geração após geração. Mas não nos impede de abordar o espírito que permeia seus personagens principais. Todos os descendentes da família Buendía eram solitários, inclusive uma pessoa que não fazia parte da família, mas era próximo de José Arcádio, numa identificação que os unia pelo gosto que ambos tinham pelo poder da magia e da ciência. Falo do cigano Melquíades, que era dotado de poderes mágicos, inclusive o de adivinhar o futuro. “A ciência elimina distâncias [...] daqui a pouco o homem vai poder ver o que acontece em qualquer lugar da terra sem sair de casa.”
       Estas citações do livro “Cem Anos de Solidão” nos faz olhar a nossa realidade aqui no Amapá. Junto com Rondônia e Roraima foram os últimos a serem elevados à condição de estados com a promulgação da Constituição Federal de 1988. A população do Amapá está estimada em 766.679, segundo o IBGE (2015). Das 27 unidades da federação, a população do Amapá só é maior que a de Roraima.
       O acesso ao estado do Amapá é feito por via aérea ou fluvial. Não é ligado por via rodoviária a nenhuma outra unidade da federação. Evidente que o Amapá não é uma ilha mas é como se fosse.


       Quando nos debruçamos para analisar as estatísticas oficiais nos vários cenários é que então podemos perceber a incipiente produção de dados para melhor conhecer a realidade do estado. O Amapá não possui um órgão oficial produtor de informações estatísticas capaz de subsidiar o planejamento estratégico alinhado às novas tecnologias. Por aqui muita coisa precisa ser investigada. Poderia aqui relacionar vários assuntos importantes como por exemplo o tamanho da nossa economia informal. Este é um tema que necessitamos conhecer melhor.
       O acesso às informações disponíveis também necessitam de mais transparência, pois ainda é um obstáculo. Estudo realizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) em sua 2ª Edição (novembro/2015), denominado de “Escala Brasil Transparente”, o Amapá voltou a receber nota zero. Este estudo mediu nos últimos seis meses o grau de transparência das informações na administração pública de estados e municípios e apontou o cumprimento da Lei de Acesso à Informação nos estados com notas de 0 a 10.



       Fonte: Ranking apontou colocação de estados e variação em relação a maio/2015 (CGU)
       Agora, diante da crise que estamos atravessando, os indicadores econômicos do Amapá têm mostrado retração em vários segmentos. O primeiro deles é a receita, composta de 70% de repasse do governo federal (FPE) e 30% arrecadação própria, onde ambos sofreram queda. O FPE, repassado em janeiro de 2016, foi 27% menor em comparação ao primeiro mês de 2015. A arrecadação própria de 2015 caiu 14,2% em relação a 2014, conforme dados publicados no Portal da Transparência (03/02/2015).
       O PIB, crescimento da soma das riquezas de todos os amapaenses do estado totalizou R$ 12,762 bilhões em 2013, permanecendo com participação de apenas 0,2% em relação ao Produto Interno Bruto do Brasil. Com isso podemos perceber o tamanho da nossa economia no cenário nacional.
       Os dados da PNAD Contínua (IBGE), referente ao 3º trimestre de 2015 mostram que a taxa de desocupação no Amapá foi a terceira maior. A Bahia ficou em primeiro lugar com 12,8%, seguido do Rio Grande do Norte com 12,6% e o Amapá com 11,7%. Assim, a população desocupada no Amapá chega a 40 mil pessoas, aumentando a desocupação 17,9% em relação ao trimestre anterior e 9,8% em relação ao mesmo trimestre de 2014.
       As vendas no varejo amapaense caíram 2,9% em novembro, segundo apontaram os dados da PMC/IBGE. O volume de vendas no comércio varejista amapaense apresentou queda de 2,9% na série ajustada sazonalmente. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor varejista mostrou queda de 27,4% em novembro de 2015. Em ambas as séries, foi o pior resultado entre as unidades da federação.
       Os indicadores aqui mostrados não são factoides e não têm a finalidade de denegrir o lugar que vivemos, pelo contrário, merece de todos nós uma profunda reflexão e uma enorme vontade de reverter estes números. Isto deve partir principalmente por parte dos gestores e dos nossos representantes locais e no Congresso Nacional (deputados federais e senadores). Mas não podemos esconder o tamanho do nosso atraso econômico. Somos pequenos e ainda encolhemos!
       O Amapá necessita exercitar-se economicamente e encontrar a sua vocação na busca       pelo seu desenvolvimento. Esta realidade que hoje vivenciamos na economia do nosso estado comprometerá o futuro das novas gerações. Será que estamos vivendo em Macondo, a cidade imaginada por Gabriel Garcia Marques?



AdrimauroGemaque,é articulista e, expressa seu ponto de vista em caráter pessoal (adrimaurosg@gmail.com)



ARTIGO DO TOSTES

O que precisa para Macapá? Mobilização e partilha social
Autor: José Alberto Tostes

              Pensar a cidade no Brasil ainda é algo que parece surreal. Os problemas são tantos que os gestores não têm mais respostas prontas, entre os gravíssimos dramas estão:  coleta do lixo, limpeza pública, transportes públicos, educação e saúde.  Quanto maior a cidade, maior a escala de diferentes problemas. É incrível que a maior parte da solução dos problemas está na própria comunidade. A vida em comunidade não tem sido fácil. Os conflitos têm sido inevitáveis e cotidianos. Quem visita a prefeitura de qualquer município brasileiro que lida com as questões urbanas diárias, saí de lá com a crença de que estamos um caos total.
              Quais as causas que contribuíram para este cenário? Seria fácil responder, dizer que a maior culpa está na irresponsabilidade de gestores que deixaram de fazer a sua parte. Nesta reflexão, irei me deter falar do papel da comunidade, viver em comum, significa respeitar o conjunto das diferentes coletividades, mas não é assim que acontece, vive-se sobre a síndrome da intolerância. A chamada relação de direitos e deveres é completamente secundária, quando boa parte, acredita que só existem direitos.
             Em um momento dito de crise, não se deve restringir somente a ideia de crise econômica, mas de ideias, atos, ações e estratégias, comum a todos. São tantos conflitos diários, com certeza gastamos milhares e milhões de horas para equacionar tudo. São problemas de energia, água, telefonia, acidentes de trânsito, violência e tantos outros pequenos conflitos.
            Verdadeiramente nos falta um conceito de cidade. Precisamos aprender a conviver coletivamente, assim como vivemos em família, muito embora, boa parte das famílias o conflito seja permanente.  O conceito de viver em comunidade ocorre quando deixamos de pensar somente na individualidade para pensar no coletivo, neste caso, todos têm que contribuir de forma irrestrita. O sujeito que joga lixo na rua, no canal, na frente da sua casa, é um infrator. Outro sujeito que faz fogueiras gerando grandes nuvens de fumaça, aqueles que estacionam em lugar proibido, em vagas restritas, aquele que fura a fila para ter algum tipo de privilegio. Tais exemplos são coisas cotidianas que poderiam ser evitadas com informação e civilidade.
               Em período de eleições, todo candidato, diz que vai fazer isso ou aquilo, que vai construir mais escolas, mais postos de saúde, vai colocar mais transportes coletivos, todavia ninguém diz, que vai investir mais em civilidade do lugar, de como, vamos gastar menos e ter mais qualidade de vida urbana. Como é possível uma feira vender produtos alimentícios, se no seu entorno está cheio de lixo e entulho jogado pelos próprios feirantes, que estão sempre a espera da benevolência do poder público. A responsabilidade é de todos, de quem vende, de quem compra e aceita produtos em condições de indigência. Então, a vida em comunidade parece mais difícil que possamos imaginar.
              Pensa-se em tanta coisa para ensinar nas escolas, disciplina de todo tipo, mas não se idealiza investimentos em civilidade. Como conviver em comunidade?  O comportamento individual e coletivo é imprescindível para alcançarmos minimamente algum tipo de qualidade. Não há dinheiro que chegue para algo que é mal administrado. A cidade não pode ser um grande depósito. Os governos e a sociedade civil investem pouco em campanhas de esclarecimento e orientação.
             Outro dia, um sujeito disse:  “o Pronto Socorro era um ambiente indigente”, então, indaguei a ele o seguinte: “Qual a sua solução para este problema”, ele respondeu que tem que ter mais médicos e mais espaço para atender o público, novamente lhe proporcionei a reflexão sobre o assunto com outra indagação: “ Você acha que isso resolveria”, ele fica em silêncio. Tudo na vida cotidiana é planejamento e gestão, se você gastar mais do que arrecada, ficará sempre devendo, assim é a cidade, quanto menos investimentos, maior será o débito com as questões urbanas.
                A grande maioria dos problemas urbanos está localizada nas condições de moradia inóspita e inadequada, gera múltiplas doenças que poderiam ser evitadas, evitando assim, a sobrecarga nos hospitais e no Pronto Socorro. Os exemplos estão postos, temos um problema para resolver, a questão da civilidade. Vivemos em comunidade de forma embrutecida, a intolerância fala mais alto quando se discute em favor do coletivo. O reflexo está no ambiente da cidade. Espaços públicos desestruturados, ambientes segregados, aumento dos índices de violência, degradação de vias, pontos de transportes coletivos quebrados, etc.
             A vida em comunidade começa com pequenos atos e atitudes. O poder público não tem mais respostas, tudo está na mão da sociedade. A cada ação clandestina dos munícipes, maior será custo para corrigi-la. Sempre se afirma que é preciso mais recursos, a pergunta é: precisa de mais recursos, ou de redimensionar ações para aperfeiçoar o que já existe? O que se vê, é a perda enorme de recursos por conta da má aplicação e da perda por inadequação dos projetos.
            Por um conceito de cidade, nos leva a outros possíveis indicadores, da real necessidade de maior participação de todos, não basta chegar à porta do prefeito e de outras instituições pedindo por melhorias. As causas de muitos dos problemas têm origem na própria comunidade. Por um conceito de cidade, requer integração entre as políticas, ações e estratégias, evitar a fragmentação, zelar pelo orçamento público e alcançar em médio prazo as metas planejadas.
             Vive-se a síndrome da desconfiança institucional, todos desconfiam de todos, isso representa uma grande perda dos valores de vida em comum. Uma das causas para todo este processo reside na maneira como são constituídas as relações, com base no compadrio e no apadrinhamento.
             Por um conceito de cidade, requer evitar rupturas na estrutura do tecido urbano, revitalizar os ambientes públicos, adequar às condições do sistema de transporte modal, evitar projetos temporários e eleitoreiros, organizar melhor atividades de saúde e educação, finalmente investir corretamente em sistemas de tecnologia de última geração. Quanto à comunidade, precisa agir de outra forma que não seja aquela que beneficia apenas uma minoria.  A vida urbana em comunidade não pode ser a perda dos valores, da memória e da qualidade de vida.

              Fui indagado sobre o que precisa a cidade de Macapá que irá completar, 258 anos, respondi que o maior problema de Macapá não é somente a escassez de infraestrutura urbana, mas construir melhor o emponderamento social. É fundamental que todos os segmentos da sociedade compreendam. O que faz uma sociedade e uma cidade melhor com maior e melhor qualidade de vida é a mobilização e a partilha social.


ESPECIAL SEGUNDO CADERNO









Dengue, Chikungunya, Zika e Malária.
Exercito Brasileiro na guerra contra o Aedes aegypti no Amapá.

Reinaldo Coelho
Da Reportagem

O Exército Brasileiro anunciou na terça-feira (2) uma ação de combate ao mosquito Aedes aegypti no Amapá. O trabalho será dividido em quatro fases, incluindo orientações à população de todos os municípios do estado.
A ação percorrerá campos em busca de possíveis focos do mosquito transmissor da dengue, febre amarela urbana, febre zika e chikungunya.

"É uma grande operação do Exército, empregando as forças armadas no combate ao Aedes", falou o tenente coronel do Exército Robson Mattos.

A primeira fase é voltada para as áreas de combate do Exército e preparação do efetivo. Os militares recebem instruções de técnicos da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) de Macapá para saber como proceder no trabalho de campo.

Para a segunda fase foi programado o Dia do Esclarecimento, no sábado (13). "Todos os militares vão para as ruas, para esclarecer à sociedade amapaense sobre a severidade da situação", diz Mattos.

Na terceira fase será feito o trabalho de campo. Os militares serão distribuídos em todos os municípios do estado, acompanhados de agentes de endemias. Eles farão visitas aos locais que possam ter foco do mosquito.
De acordo com o tenente coronel Mattos, 710 militares vão trabalhar na ação, divididos de acordo com a demanda apresentada por cada cidade.

"Cada município, que tiver demanda, tem que mandar um documento ao governo estadual, solicitando o apoio. É o governo estadual que pede apoio ao Exército e  apoio à Sala Nacional de Coordenação e Controle, localizada em Brasília", esclarece.
A última fase da ação será desenvolvida em escolas e faculdades do estado. O objetivo do Exército é instruir o máximo de pessoas, que possam, também, atuar como agentes de combate ao mosquito.


Futebol Sub17


Campeonato Amapaense de Futebol Sub17
Revelando talentos das categorias de base

Reinaldo Coelho



Na busca de revelar novos talentos para o futebol local, a Federação Amapaense de Futebol (FAF) deu inicio ao Campeonato Amapaense de Futebol Sub17, que visa fomentar as categorias de base do futebol amapaense, além de contribuir para revelar novos talentos no esporte. O torneio começou a ser disputada no dia 30 de Janeiro.
Em 2015, outra competição ajudou a revelar talentos do futebol amapaense. Foi a 1ª Copa Amazônia de Futebol Sub17, promovida pela Secretária de Estado do Desporto e Lazer (SEDEL), que contou com a participação do time paraense Paysandu, derrotado na final para o Ypiranga.
 
Primeiros embates
A bola rolou nesta segunda-feira (1), no Estádio Olímpico Milton de Souza Corrêa, o Zerão, e aconteceu a primeira zebra do Campeonato Amapaense Sub17, o time amador do Baré no jogo de fundo pelo grupo A, surpreendeu o sempre favorito Ypiranga. A vitória foi pelo placar de 1 a 0.
No jogo principal a vitória foi da Liga do Amapá que venceu o Renovação por 3 a 2 no grupo B
Na terça-feira (2) aconteceu o jogo único entre Liga de Mazagão e Combatente, às 18h no  Zerão. A partida fecha a primeira rodada do grupo A.
O Trem passou por cima do São Paulo-AP na abertura do Campeonato Amapaense Sub17 de futebol, que teve o jogo de abertura no sábado (30) no Estádio Olímpico Zerão, em Macapá. A estreia de 3 a 0 do rubro-negro contra o tricolor mostrou que bola na rede não vai faltar na competição.

Formação do campeonato
O sub17 conta com 15 equipes, sendo cinco profissionais, oito amadoras e duas ligas, divididas em três chaves de cinco equipes. Estão na disputa Ypiranga, São Paulo, Oratório, Renovação, Baré, Rio Norte, Atlético e Liga de Mazagão, Combatente Atlético Clube, Nacional Esporte Clube, Trem Desportivo Clube, Santana Esporte Clube,Mangueirão Esporte Clube, Lagoa Esporte Clube e Liga Desportiva do Amapá.


Confira os grupos do Campeonato Amapaense Sub17

Chave A
Ypiranga Clube
Boleiros Araguarienses, Recreações e Esportes (Baré)
Combatente Atlético Clube
Liga Desportiva de Mazagão
Nacional Esporte Clube.

Chave B
São Paulo Futebol Clube
Trem Desportivo Clube
Renovação Esporte Clube
Liga Desportiva do Amapá
Clube Atlético Amapaense

Chave C
Santana Esporte Clube
Rio Norte Futebol Clube
Oratório Recreativo Clube
Mangueirão Esporte Clube
Lagoa Esporte Clube

FUTEBOL DE AREIA



 
BEACH SOCCER


Torneio Cidade de Macapá abriu disputas em 2016






Reinaldo Coelho

A Federação Amapaense de Beach Soccer (FABS) divulgou o calendário com as datas de competições previstas para todo o ano no Amapá, o Torneio Cidade de Macapá que dar início a execução dos eventos, dá vaga ao campeão para disputa regional.
Na ultima quinta-feira (4) as equipes de beach soccer se enfrentaram pelo 8º Torneio Cidade de Macapá, o primeiro campeonato a ser realizado pela FABS em 2016. Dos seis times filiados apenas o Ypiranga não vai se jogar na areia. As partidas acontecem na arena do Bairro Araxá, Zona Sul da capital.
O torneio vale uma vaga para a Copa Norte, sendo que esta é a primeira vez que um time amapaense irá participar da competição regional. As demais edições eram representadas pela seleção do Estado.

Acompanhe a tabela de jogos do Torneio Cidade de Macapá:
1ª rodada: 4 de fevereiro
15h30 - Cruzeiro x Canário
16h15 - Santos x Atlético

2ª rodada: 5 de fevereiro
15h30 - Rio Norte x Santos
16h15 - Canário x Atlético

3ª rodada: 6 de fevereiro
15h30 - Cruzeiro x Rio Norte
16h15 - Santos x Canário

4ª rodada:13 de fevereiro
15h30 - Atlético x Rio Norte
16h15 - Cruzeiro x Santos

5ª rodada: 14 de fevereiro
9h30 - Canário x Rio Norte
10h15 - Cruzeiro x Atlético 

Os dois melhores avançam para a final que acontece no dia 20, às 16h.
O calendário ainda conta com mais cinco torneios, diferente de 2015, quando ocorreram apenas duas competições. Segundo o presidente da FABS, Carlos Alves, o motivo era a falta de patrocínio para a realização. 
Em 2015 planejamos oito competições, mas conseguimos executar apenas duas: a Cidade de Macapá e o Torneio de Verão, que são as mais importantes. Infelizmente não tivemos o apoio necessário para as outras. Mas este ano vamos conseguir”.

Veja as demais competições:
1º Torneio Sub-20 Masculino – de 5 de março a 2 de abril, nas arenas da cidade.
1º Torneio Adulto Feminino – de 5 de março a 2 de abril, na arena do Araxá.
9º Torneio de Verão – de 3 de julho a 7 de agosto, na praia da Fazendinha.
Copa Araguary em Ferreira Gomes - Dias 26, 27 e 28 de setembro.

8º Torneio Interbairros – de 4 de setembro a 5 de novembro, nas arenas da cidade.

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